Não vou reinventar a roda e explicar a fascinante sequência do matemático Luciano Pisa, conhecido como fibonacci. Vamos ao que interessa: a utilização disso no mercado financeiro.

Não ache que esta ferramenta é a tábua da salvação. Não imagine que alguns traços podem fazer você achar o pote de ouro atrás do arco-íris. Ele serve como mais um indício para suas análises. Tendência; suportes e resistências; e volume são o fundamental. Se o fibo fala uma coisa e os suportes outra: acredite primeiro nos suportes.

Como traçar o fibonacci

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Pegue o fundo e o topo de uma tendência. Veja que a VALE5 antes tinha uma leve alta, depois cai e sobe alucinadamente. Essa é uma nova tendência, mesmo que secundária. Pois bem, note que os pontos mais importantes (0.382, 0.5 e 0.618) foram usados como suporte e agora como resistência.

É muito simples, não é? Lembre-se que os pontos mais importantes são .382, .5 e .618.

Assim você sabe os prováveis pontos de suporte e resistência em uma correção. Pode levá-los em consideração nas suas estatégias. Se eles combinarem com topos ou fundos anteriormente vistos a probabilidade daquele ponto ser realmente um suporte/resistência é bem grande.

Projeções

Você pode projetar onde são os objetivos dos preços através desta ferramenta. Lembrando que o mais importante é o .618. Olhe o gráfico da vale.


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Peguei a tentencia toda e projetei o fibo para cima e bingo! .618 foi o topo histórico. Legal né? Os softwares de análise técnica normalmente já colocam um traço em 1.618 sem você precisar fazer o que eu mostrei no vídeo. A questão é que o ADVFN coloca traços intermediarios próximos aos 0.22 e nos .75 que são intermediários, mas não faz as projeções. Paciência! Faça na mão.